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DGNG – Design e Negócio

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A água cada vez mais ganha nosso foco de atenção nesse momento em que queremos um planeta mais verde, com mares menos poluídos e águas mais limpas.
Deepwater nos convida a um mergulho nas profundezas do oceano, e a viver intensamente a ambiguidade que esse mundo pouco conhecido nos proporciona.
O fundo do mar aguça o nosso imaginário, como a lendária cidade de Atlântida, que sempre faz parte de filmes, literatura e muitas histórias ao longo dos anos.Teria a cidade perdida realmente existido?
A Mitologia do continente submerso de Atlântida ganha ênfase nesse macrotema , à medida que o poder das águas e um pensamento multiespécie abrem espaço para os temas oceânicos e aquáticos.
Impossivel não fazer uma analogia entre o mundo subaquático e o metaverso, universos entrelaçados neste direcionamento que une as estéticas digitais e físicas para criar um cenário de inspiração que é uma imersão submarina, repleta de cores e surpresas para oferecer uma experiência para além desse mundo.
Num mergulho profundo e silencioso, a visão se torna cada vez mais turva ao nos distanciarmos da realidade. Borbulhas de água sinalizam o nosso rastro nesta imensidão azul, e seres desconhecidos surgem com suas formas estranhas, fluidas e luminescentes. Esse mergulho reflete nosso desejo de nos afastar da realidade e viver uma experiência de imersão em nós mesmos. 
O fundo do mar se torna o cenário perfeito para isso, por ser ainda ser tão desconhecido quanto nós mesmos.
Tudo que submerge, ou permanece no fundo do mar é envolvido por ele e imediatamente tem sua forma alterada. Conchas, moluscos e algas vão sorrateiramente se impregnando por musgos, detritos marinhos e pela ação do tempo, tendo sua superfície toda incrustada, causando um efeito que é uma característica forte desta tendência.

A água cada vez mais ganha nosso foco de atenção nesse momento em que queremos um planeta mais verde, com mares menos poluídos e águas mais limpas.
Deepwater nos convida a um mergulho nas profundezas do oceano, e a viver intensamente a ambiguidade que esse mundo pouco conhecido nos proporciona.
O fundo do mar aguça o nosso imaginário, como a lendária cidade de Atlântida, que sempre faz parte de filmes, literatura e muitas histórias ao longo dos anos.Teria a cidade perdida realmente existido?
A Mitologia do continente submerso de Atlântida ganha ênfase nesse macrotema , à medida que o poder das águas e um pensamento multiespécie abrem espaço para os temas oceânicos e aquáticos.
Impossivel não fazer uma analogia entre o mundo subaquático e o metaverso, universos entrelaçados neste direcionamento que une as estéticas digitais e físicas para criar um cenário de inspiração que é uma imersão submarina, repleta de cores e surpresas para oferecer uma experiência para além desse mundo.
Num mergulho profundo e silencioso, a visão se torna cada vez mais turva ao nos distanciarmos da realidade. Borbulhas de água sinalizam o nosso rastro nesta imensidão azul, e seres desconhecidos surgem com suas formas estranhas, fluidas e luminescentes. Esse mergulho reflete nosso desejo de nos afastar da realidade e viver uma experiência de imersão em nós mesmos. 
O fundo do mar se torna o cenário perfeito para isso, por ser ainda ser tão desconhecido quanto nós mesmos.
Tudo que submerge, ou permanece no fundo do mar é envolvido por ele e imediatamente tem sua forma alterada. Conchas, moluscos e algas vão sorrateiramente se impregnando por musgos, detritos marinhos e pela ação do tempo, tendo sua superfície toda incrustada, causando um efeito que é uma característica forte desta tendência.

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WATERVERSE

Não há como não fazer uma analogia com o metaverso ao pensar em Waterverse, já que , no fundo do mar, nos transformamos em seres encantados aquáticos para poder viver de forma submersa. O que de certa forma também acontece no mundo digital, quando nos transformamos em avatares para poder viver em uma imersão virtual fantasiosa. Nesse macrotema, revisitamos o nosso imaginário sobre a cidade perdida de Atlanta, com seus seres e Deuses mitológicos, como Poseidon e as sereias, duas grandes referências estéticas deste direcionamento.

WATERVERSE

Não há como não fazer uma analogia com o metaverso ao pensar em Waterverse, já que , no fundo do mar, nos transformamos em seres encantados aquáticos para poder viver de forma submersa. O que de certa forma também acontece no mundo digital, quando nos transformamos em avatares para poder viver em uma imersão virtual fantasiosa. Nesse macrotema, revisitamos o nosso imaginário sobre a cidade perdida de Atlanta, com seus seres e Deuses mitológicos, como Poseidon e as sereias, duas grandes referências estéticas deste direcionamento.

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DEEP DIVE

Esta direção criativa é um convite sensorial a experiência do mergulho profundo, onde primeiramente somos envolvidos pelo silêncio. A visão da realidade fora da água vai se distanciando, se tornando turva até a escuridão total. Borbulhas na água sinalizam o caminho da nossa imersão.
A diversidade da fauna marinha vai se transformando conforme aumentamos a profundidade. Podemos ver cardumes, peixes raros, polvos, arraias, águas-vivas, até chegar em águas mais profundas e escuras, onde somos surpreendidos por moluscos luminescentes.

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DEEP DIVE

Esta direção criativa é um convite sensorial a experiência do mergulho profundo, onde primeiramente somos envolvidos pelo silêncio. A visão da realidade fora da água vai se distanciando, se tornando turva até a escuridão total. Borbulhas na água sinalizam o caminho da nossa imersão.
A diversidade da fauna marinha vai se transformando conforme aumentamos a profundidade. Podemos ver cardumes, peixes raros, polvos, arraias, águas-vivas, até chegar em águas mais profundas e escuras, onde somos surpreendidos por moluscos luminescentes.

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SEA DEBRIS

Sea Debris pode ser traduzido como detritos do mar, uma vez que nesta direção criativa nos deparamos com tudo que lentamente vai se depositando no fundo do oceano. Navios e objetos submergidos não ficam intactos à ação do tempo. Nesse processo de imersão e esquecimento, 

de forma lenta e constante, as superfícies vão sendo desgastadas, corroídas e novos elementos vão sendo incorporados e incrustrados um a um, resignificando o passado. Surgem novas peças, que brilham ao lado de elementos que fazem alusão ao movimento rasteiro da fauna marinha que trazem e levam  conchas e corais de um lado para outro, compondo verdadeiros mosaicos, sobreposições e emaranhados que evocam uma nova estética.  


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SEA DEBRIS

Sea Debris pode ser traduzido como detritos do mar, uma vez que nesta direção criativa nos deparamos com tudo que lentamente vai se depositando no fundo do oceano. Navios e objetos submergidos não ficam intactos à ação do tempo. Nesse processo de imersão e esquecimento, 

de forma lenta e constante, as superfícies vão sendo desgastadas, corroídas e novos elementos vão sendo incorporados e incrustrados um a um, resignificando o passado. Surgem novas peças, que brilham ao lado de elementos que fazem alusão ao movimento rasteiro da fauna marinha que trazem e levam  conchas e corais de um lado para outro, compondo verdadeiros mosaicos, sobreposições e emaranhados que evocam uma nova estética.  


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